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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A bebida da ELEGÂNCIA!!
O vinho provoca reações orgânicas que podem ser benéficas para evitar o ganho de peso corpóreo.
Vinho é a bebida da elegância. Não só porque é a bebida geralmente servida em ocasiões especiais e que tenham algum glamour, mas também porque vários estudos encontram efeitos favoráveis ao emagrecimento.
Há várias décadas, cientistas acompanham toda a população da cidade de Copenhagen, na Dinamarca, com fins de entender melhor as doenças do coração, os seus fatores de risco, e sua fisiopatologia e as suas consequências. É um estudo observacional conhecido como estudo do Coração da Cidade de Copenhagen. Entre tantos dados, os pesquisadores colhem e analisam a circunferência abdominal. Isso porque se sabe que ela, quando é maior que 102 cm em homens e que 88 cm em mulheres, tem uma relação direta com doença e mortalidade cardiovascular, O Dr. Vadstrup entre outros colegas resolveram analisar em separado as pessoas que participantes deste estudo que tinham o hábito de tomar bebidas alcoólicas. Eles analisaram dados de um período  de 10 anos de 2913 homens e 3970 mulheres, com idades entre 20 a 83 anos. Os cientistas constataram que, tanto homens como mulheres, que bebiam regularmente cerveja e destilados aumentaram a circunferência abdominal neste período, enquanto os que bebiam vinho diminuíam essa medida. Esta não era uma pesquisa de visava avaliar os efeitos do vinho. Mas o seu achado surpreendente chamou atenção de todos. Surgiu então uma série de pesquisas para explicar este intrigante fato.
Atualmente existem vários estudos que mostram mecanismos responsáveis pelas ações favoráveis do vinho ao emagrecimento.
Hoje se sabe que a catequina (polifenol abundante nos vinhos) diminui a absorção de gorduras pelo organismo, conforme mostrou o Dr. Bravo em publicação em 1994. Isso é ótimo quando se quer emagrecer. O Dr. Gin e o Dr. Christansen, numa publicação de 1992, mostravam que o vinho aumenta a sensibilidade da célula à ação da insulina. A insulina é o hormônio produzido no pâncreas cuja principal função é levar o açúcar para dentro da célula para que possa ser transformado em energia. É isso que move todo o nosso complexo mecanismo biológico. Este efeito favorece a queima dos carboidratos dificultando o seu acúmulo, o que é extremamente favorável ao emagrecimento.
Numa publicação mais recente (2002), o Dr. Bhathena e o Dr. Velasquez mostram o mesmo que o Drs. Gin e Christansen de maneira mais clara e também que o vinho diminui a quantidade de Insulina circulante na corrente sanguínea. É bem sabido que a Insulina em grande quantidade no sangue desencadeia uma série de reações metabólicas que culminam sempre com o ganho de peso. Está ai mais um mecanismo pelo qual o néctar dos deuses favorece ao adelgaçamento.
O Dr. Yoshikawa numa publicação em 2002, conseguiram demonstrar que o vinho promove lipólise, queima de gorduras. Outra dádiva, para quem quer perder peso
Estudos realizados em 2005, pelo Dr.Arif, expressa o resultado dos múltiplos efeitos do vinho favoráveis ao emagrecimento. Demonstra eles, que as pessoas que bebem 1 a 2 taças de vinho diariamente têm 27% menos obesidade.
Não é por nada que o vinho faz parte do cardápio de várias clínicas de emagrecimento.
Associado a tudo isso está o fato de que as pessoas que bebem vinho regularmente comem melhor.
Tudo que se sabe, nos permite afirmar que o vinho seco bebido com moderação não engorda e é a bebida mais favorável quando se quer emagrecer. O vinho é verdadeiramente a bebida da elegância.
EnoAbraços

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Prezados Amigos do Vinho e da Confraria Santo Graal,

ESTE ANO(2012) TEREMOS GRANDES ATRAÇÕES EM NOSSAS DEGUSTAÇÕES.

Para abrirmos o ano em grande estilo, vamos realizar nossa primeira Degustação de vinhos BRANCOS.

Conhecido no Egito Antigo, e foi recriado em Portugal.

Assim, recomeçaremos com três tipos de castas, de três paises diferenciados, isso por que, para todos terem a sensibilidade de identificar a mesma casta, em diferentes terrroirs (uva, profissional, clima e solo) e suas diferenças.

Vlor de R$ 150,00
Mauro Cesar Abdalla Festa
Bco Santander
Ag 1296
cc - 60003764-0

Peço a gentileza que seja depositado até dia 09 de janeiro.

O Portal fará comidinha e será cobrado a parte.

Desde já agradeço a atenção de todos.

Qualquer dúvida estou à disposição.
Já rodei o Brasil ministrando degustações, mas indiscultivelmente o Purple Angel  by Montes Alpha, é um vinho que encanta,  eu o defino como um vinho inesquecível!!!
EnoAbraços
MOSCATÉIS
Espumantes e docinhos
Simples e popular, o Moscatel Espumante, criação italiana, floresce no Brasil.
O Moscatel Espumante é um caso curioso no mercado brasileiro. Com o recente advento da cultura do vinho no país, o consumidor descobriu, de repente que o tinto doce, e também o Liebfraumilch branco docinho, não era legal, nem chique tomá-lo, ainda mais de garrafão. Muita gente, acostumada aos sabores adocicados pela cultura americana de refrigerantes não se aclimatou ao paladar do europeu dos vinhos secos. O Moscatel espumante é um oásis de doçura no mundo dos vinhos finos. E vende muito.
Este tipo de espumante foi desenvolvido na região da comuna de Asti no Piemonte italiano. Como bebida e como processo de elaboração é igualmente simples, embora exija tanques de fermentação e linhas de engarrafamento pressurizadas.
O chamado método Asti serve basicamente para a produção de espumantes doces, na quase totalidade feitos de uva Moscato Bianco, embora em outros países, como no Brasil, muitas outras versões da Moscatel sejam utilizadas, como a Itália e a Moscato Giallo, por exemplo.
Nesse sistema, diferentemente dos anteriores, não há a preparação de vinho-base para posterior espumatização. A tomada da espuma é feita através da mesma fermentação alcoólica.
Assim, recebidas as uvas com um bom com um bom potencial alcoólico e acidez equilibrada, colhidas adequadamente e desengaçadas, elas são postas a fermentar em tanques selados, conhecidos como autoclaves, capazes de reter a pressão, e as desejadas borbulhas do gás carbônico diluído no vinho.
Adicionadas as leveduras, a fermentação tumultuosa começa, sob temperatura controlada. Quando o vinho atinge entre 7% e 9,5% de álcool, a fermentação é interrompida, através de resfriamento do vaso. A queda de temperatura, além de interromper a ação das leveduras, promove a estabilização tartárica, evitando que os ácidos se precipitem sob forma de cristais mais tarde, quando o vinho for colocado na geladeira do consumidor. As leveduras mortas-borras, são retiradas por centrifugação e filtragem, até que o vinho esteja perfeitamente límpido, sem qualquer presença protéica.
O mosto de açúcar natural, ou adicionado pelo sistema chamado chaptalização – para tornar-se muito mais alcoólico, e a interrupção da fermentação faz com que o vinho resulte bem doce, com algo entre 60 e 100 gramas de açúcar residual por litro.
Leve fácil de beber e docinho, o espumante do tipo Asti, uma das especialidades da Serra Gaúcha, tem sido um dos maiores sucessos de venda no Brasil, sob o nome Moscatel Espumante, já que o nome Asti é exclusividade da cidade italiana e dos vinhos ali produzidos.
O piemontês Asti é pioneiro, ensinou ao mundo a vinificação de espumantes doces e frutados em uma só fase. Docinho, leve e perfumado, fácil de tomar, é um vinho para iniciantes na arte da degustação, mas tem suas melhores qualidades quando equilibra acidez e doçura em níveis superiores. Seus delicados aromas com notas florais de jasmim e de flor de laranjeira, mel, maça verde e pêssego branco são imcomparáveis.













Última Degustação do ano, Champagne, espumantes, roses e brancos. Simplesmente maravilhoso. Obrigado a todos!!!
EnoAbraços

terça-feira, 20 de setembro de 2011

TOURIGA NACIONAL - Por que a uva portuguesa Touriga Nacional, tem feito tanto sucesso entre os enófilos de todo o mundo?
A Uva Touriga Nacional é considerada um dos grandes tesouros de Portugal..
Documentos de 1790 já apontam a Touriga como a melhor casta do Douro, mas hoje, apesar da fama, ela representa apenas 3% dos vinhedos da região. Até os anos de 1970, somente 0,2% dos vinhedos do Douro eram plantados com a Touriga.
Por seu estilo, os bons vinhos elaborados com a Touriga Nacional agradam tanto a quem adora vinhos plenos e sedosos do Novo Mundo, quanto aos tradicionalistas, que preferem envelhecer por alguns anos suas garrafas de Touriga para que o vinho perca um pouco da exuberância e ganhe mais classe e finesse. Para quem aprecia grandes vinhos, conta muitos pontos a favor também o fato de que melhores tintos elaborados com esta casta, embora não custem pouco, ainda são verdadeiras pechinchas se considerarmos as notas impressionantes a eles conferidas por toda a imprensa especializada, e mais ainda se os compararmos aos preços atuais dos grandes vinhos de Bordeaux.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Segundo o estudo anual da New Zealand Winegrowers, o tempo das vacas gordas está a acabar.

Primeiro foi a Austrália, cujos produtores de vinho enfrentam, no geral, grandes dificuldades no escoamento dos seus vinhos e já se verificaram algumas falências de monta. Agora estão a chegar as primeiras nuvens negras à indústria do vinho neo-zelandesa, que tem gozado de fama e proveito nas últimas décadas, em especial pelos seus vinhos brancos e em particular pelos Sauvignon Blanc (e em menor medida pelos Pinot Noir). Segundo o último relatório anual da sua associação de produtores, um mercado global cada vez mais duro, preços cada vez mais baixos, juros cada vez mais altos e a crise financeira mundial são razões que se juntam a um excesso de produção na colheita de 2008. O resultado está à vista: apesar de terem crescido as exportações em 2010-2011 (11%, representando 221 milhões de litros), o valor subiu apenas 5%. Ou seja, os neozelandeses ainda conseguem exportar o seu vinho mas estão a baixar os preços. E as exportações a granel estão a crescer mais do que as de vinho engarrafado. Pior ainda, com as vindimas já terminadas, este ano vai haver outra produção em grande quantidade, o que pode agravar o cenário. Os produtores temem que prestígio e reputação dos vinhos neo-zelandeses venha a sofrer com a baixa de preços. Reconhecendo que o mercado está a mudar, esta associação de produtores já encomendou um relatório estratégico independente para avaliação do futuro do vinho neo-zelandês no mercado mundial.